
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Lista do Partido Socialista à Assembleia de Freguesia do Cacém
- Maria Leonor Gomes Pena Lopes Vieira
- Lívio Sebastião de Morais
- Carlos Miguel Nunes Casimiro Pereira
- Débora Raquel Antunes
- João Pedro da Conceição Cabaço
- Francisco Cardoso Sanches
- Maria de Fátima Sampaio Almeida
- Alcindo dos Reis Almeida
- Gonçalo Neves
- Elisabete de Oliveira Mendes Martins
- Mário Victor Oliveira e Silva
- Paulo Alexandre Gomes Pena
- Patrícia Alexandra Almeida Castanheira
- Albano Manuel Marques José
- Raul José Guerreiro dos Reis
- Florência Monteiro Dias
- Manuel Dias
- Ilídio Paulino dos Remédios
- Anabela Reis
- Fernando Jesus Giraldo
- António Sebastião Antunes
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Desespero eleitoralista e INÉRCIA TOTAL
Inaugurado à pressa, a poucos dias do acto eleitoral, representa o desespero eleitoral de Fernando Seara e do Presidente de Junta, depois do atraso de quase dois anos na sua abertura ao público, ignorando os graves problemas de estacionamento existentes na zona, que prejudicaram todos os moradores e comerciantes de forma totalmente injustificada.
Esta inauguração acontece depois de muito descontentamento dos comerciantes e moradores e dos consecutivos alertas que a Candidata do Partido Socialista à Junta de Freguesia do Cacém, Leonor Vieira, tem feito sobre este assunto.
Com formas de pagamento definidas à pressa, que não têm em conta os problemas de gestão do espaço e não prevêem a utilização gratuita numa fracção inicial (até uma hora) que promovesse o seu acesso aos utentes do mercado.
Os moldes de estacionamento do parque da EPMES em Sintra e o seu encerramento no período nocturno demonstram o que muito ainda ficou por definir, para possibilitar esta inauguração apressada e eleitoralista.
Este assunto é mais um exemplo da forma de actuação do Presidente Fernando Seara, que assenta na INÉRCIA TOTAL e só age quando os problemas chegam à comunicação social.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
A inércia total e a Associação de Moradores de Vale Mourão
Sensibilizados para os problemas de segurança e qualidade de vida de uma urbanização sintrense localizada no extremo duas freguesias e esquecida por ambas.
Sensibilizados para problemas incompreensíveis entre o urbanizador e a Câmara, que há quase uma década impedem a recepção do alvará de loteamento e limitam centenas de famílias, aos quais Fernando nem se digna responder...
Para Sintra bastam duas palavras: inércia total
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Obras no Túnel com mais promessas vãs
Foi com surpresa que tomamos conhecimento, através do Boletim da Junta de Freguesia de Agualva, de uma eventual retoma das obras do Túnel (REFER) na Avenida dos Missionários, em Agualva.
De acordo com o citado boletim, a retoma das obras do Túnel, cuja construção se encontra interrompida há mais de um ano, resulta de um acordo oficializado entre a Câmara Municipal de Sintra e a REFER.
Seria uma óptima notícia... se fosse verdade e não apenas mais uma das vãs promessas com que Fernando Seara tem ludibriado Sintra nos últimos oito anos, uma vez que tal acordo não existe, a não ser que tenha sido celebrado secretamente e à revelia do executivo da Câmara Municipal de Sintra, dado que até ao momento nenhuma proposta nesse sentido foi levada a reunião de Câmara, nem os Vereadores do PS conhecem tal intenção e muito menos o respectivo teor.
A situação é tanto mais estranha e grave quando se sabe que um acordo dessa natureza envolve encargos financeiros para o município, cujo montante se desconhece, e implica necessariamente, para além da aprovação por parte do executivo camarário,da prévia aceitação por parte do Tribunal de Contas.
O PS, que sempre lutou pelo Túnel e que sempre defendeu a necessidade da sua conclusão urgente, como equipamento indispensável à mobilidade dos cidadãos de toda a cidade, solicitou explicações ao Presidente de Câmara Municipal de Sintra sobre mais esta insólita situação, a qual, a confirmar-se, demonstra uma vez mais o profundo desprezo e a ligeireza com que o Dr. Seara trata as questões de relevante interesse para os sintrenses, criando, em vésperas de eleições, expectativas nos habitantes da cidade com mais uma das suas vãs promessas.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Para que serve a Câmara Municipal de Sintra?
De forma incompreensível, o Projecto Polis-Cacém deixou por concluir algumas obras fundamentais planeadas, designadamente um troço do parque linear, próximo da Praceta João de Deus.
A falta dessa obra impede a circulação nos dois lados da Ribeira das Jardas, ou obriga à passagem na lama, pó e mato existentes neste troço interrompido de pouco mais de 60 metros.
Através de duas propostas perfeitamente confusas e opacas a Câmara Municipal de Sintra pretende transferir para a Junta de Freguesia do Cacém um total de 262 mil euros para a requalificação da Praceta João de Deus e a conclusão do troço em falta.
A obra não foi concluída durante o Projecto Polis-Cacém, porque a Câmara Municipal de Sintra, através da Sociedade CacémPolis, não assumiu o seu pagamento.
Agora em período eleitoral, Fernando Seara transfere para a Junta de Freguesia o dinheiro que em tempo devido dizia não existir.
Se na proposta de intervenção do Polis havia preocupações ambientais, agora nenhumas garantias são dadas para a execução de dois projectos de que ninguém conhece os traços ou pormenores.
A simples existência de dois projectos para a mesma área, um de 157 mil euros e outro de 105 mil euros, é o mais claro exemplo de falta de transparência na gestão dos dinheiros públicos.
Mesmo no centro do Polis-Cacém, um exemplo de uma complexa intervenção urbanística planeada, a Câmara delega na Junta a execução deste tipo de obras, sem a existência de qualquer projecto ou discussão pública.
Com a febre eleitoral de apresentar obra, já nem é a própria Câmara quem faz os necessários estudos e planos ou lança as empreitadas necessárias.
A Câmara demite-se das suas atribuições na execução de obras públicas e transfere essa tarefa para a Junta do Cacém, que não está dotada de quaisquer meios técnicos capazes de garantir a eficaz execução e o acompanhamento da obra.
Para que serve o Departamento de Obras Municipais da Câmara Municipal de Sintra, se este não tem capacidade para a execução dos projectos ou lançamento das empreitadas?
Imagino com preocupação que a próxima proposta de Fernando Seara possa ser a transferência para a Junta de Agualva do dinheiro que a Câmara sempre se esquivou a disponibilizar para a construção do edifício central do Polis.
E até haveria um argumento a favor, uma vez que, através de protocolo assinado, nesse edifício seriam colocadas as novas instalações da Junta, transferidas para a sua actual localização devido às obras do Polis. Esta Junta de Agualva faria certamente um projecto à medida da sua incompetência e mesquinhez, entregue a algum empreiteiro “despachado” e teríamos o problema resolvido.
Pergunto-me se este não será um cenário possível numa freguesia que queria colocar a feira no local central do Polis.
Para mal de todos nós esta é a Câmara que temos.
Carlos Miguel Casimiro
